Reservar um momento para sermos gratas pelo que fizemos, tanto pelos passos hesitantes como pelos grandes progressos, é honrar cada experiência que contribuiu para a nossa história.
Os sucessos deram-nos confiança, como aconteceu com a nossa primeira etapa de ontem.
A gratidão é também acolher aquilo que somos. Com as nossas qualidades, as nossas imperfeições, os sonhos que já habitam em nós e aqueles que ainda estão a ser construídos, bem como as nossas cicatrizes, algumas visíveis, outras por vezes invisíveis.
Porque tudo aquilo que a vida moldou em nós faz parte da nossa riqueza.
Podemos também agradecer às nossas raízes. São elas o alicerce discreto que nos sustenta, mesmo quando não temos consciência disso. As nossas origens, a nossa história familiar, os valores transmitidos, as tradições, as memórias, os ensinamentos recebidos e, por vezes, até os desafios herdados contribuíram para moldar a nossa identidade.
Honrar esta herança é reconhecer que não nascemos do nada: somos o fruto de múltiplos caminhos que se cruzaram para nos permitir estar aqui hoje.
Por isso, cultivemos a gratidão. Pelo que realizámos, por aquilo que somos, pelo que existe e pelo que ainda virá.
Gratidão pelas nossas raízes, que nos mantêm ancoradas e nos permitem avançar nesta maravilhosa aventura.